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Ventríloqua americana se apresenta no colégio CCI em Samambaia

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Por 📸@EldoGomes | Jornalista e YouTuber.
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Quantas vezes assistimos à apresentação de bonecos falantes nos programas televisivos e nunca nos demos conta de que se tratava de uma profissão cujo nome pouca gente conhece ou sabe o seu significado? Confesso que sou uma delas. Sempre que via as pessoas dando aquele show de talento utilizando fantoches, jamais imaginei que estava diante de um Ventríloquo

Nesse exato momento, penso que a maioria de vocês se indagou com aquele famoso “Hã?”…rs. Tal reação é completamente normal já que esse “palavrão”, no seu sentido literal, é desconhecido por muitos de nós. Nas aulas de Inglês, os alunos do 2º ao 5º ano puderam conhecer e ouvir, “ao vivo e a cores”, uma talentosíssima ventríloqua americana aqui na nossa escola. 

No dia 04 de Julho, data em que se comemora o USA Independence Day, a senhora Yolynes Pacheco, amiga da professora Débora (Inglês Conversação), esteve no CCI para falar dessa incrível vocação. Yoly viaja o mundo contando histórias com fantoches (puppets), sem mexer os lábios. Em entrevista, ela nos conta um pouco da sua linda trajetória. Acompanhe.

  • Você nasceu no México e se mudou para os EUA. Quando aconteceu essa mudança e por qual motivo?

Eu tinha 5 anos quando meus pais se mudaram para os EUA. Meu pai tinha mais oportunidades de trabalho nos Estados Unidos naquela época.

  • O que seria uma pessoa ventríloqua? Como surgiu a ideia de se tornar uma?

Uma pessoa pode se considerar uma ventríloqua quando consegue falar sem mexer os lábios, usando um fantoche.  Eu tenho feito isso por cerca de 30 anos. Comecei quando era adolescente como marionetista (puppeteer), depois me interessei mais pela arte da ventriloquia.  Desde muito jovem, percebi que usando essa habilidade, eu poderia capturar a atenção de jovens e adultos. 

  • Que dicas você dá para quem deseja adquirir e/ou desenvolver essa habilidade?

Seja o que for que você queira aprender, tem que praticar e trabalhar duro. Qualquer habilidade não vem fácil, mas com a prática você pode melhorar a cada dia.  Leia sobre o assunto, converse com pessoas que fazem o que você quer aprender.

  • Em quantos países você já se apresentou?

 Eu visitei mais de 18 países, principalmente na América Latina. Mantenho uma agenda muito ocupada. Viajo internacionalmente para me apresentar em diferentes eventos. 

  • A sua família te acompanha nas viagens?

Sim! Nós somos uma equipe de três. Na maioria das vezes, nós três estamos juntos. 

  • Na sua vinda ao Brasil, quais estados visitou?

Rio de Janeiro e Brasília.

  • Além de escolas, onde mais você se apresenta?

Me apresento em diferentes eventos e locais, como igrejas, orfanatos, acampamentos, festivais e  encontros familiares. Eu também ensino ventriloquismo e outras habilidades em conferências para animadores que trabalham com crianças e famílias.

  • Por que você acha que os “puppets” facilitam a comunicação com as crianças?

As pessoas estão acostumadas a assistir performances ao vivo, porque a maioria dos entretenimentos está na TV. Os fantoches são únicos. Essa é uma ótima maneira/ferramenta de capturar a atenção de crianças e adultos e transmitir uma mensagem.

  • E como se sente ao ver a reação e o envolvimento do público, sobretudo o infantil?

Fico muito feliz de ver o público se divertindo e, ao mesmo tempo, recebendo uma mensagem positiva.

  • Você adapta as histórias à cultura dos países? 

Sim, eu tento sempre. Isso ajuda a me conectar com o público e a tornar as coisas mais familiares para ele.  Assim, fica mais engraçado e as pessoas podem se relacionar. 

  • Para terminar, o que achou da nossa escola?

Eu visitei o edifício do CCI, é uma instalação tão grande e bonita. O mais importante são as pessoas. Todos os membros da equipe que conheci foram muito gentis e acolhedores comigo.

  • Quanto ao Brasil, quais as suas impressões? 

As pessoas foram muito legais, apesar da diferença de idioma. Eu ainda estou aprendendo a Língua Portuguesa, então, sou grata por todos terem sido muito pacientes comigo. Eu amo a comida, amo as pessoas e simplesmente aprendi a amar o Brasil!

Se você se interessou pela história e trabalho dessa grande profissional, siga-a nas redes sociais. Procure por Yoly Pacheco Ventriloquist no Facebook, Instagram e YouTube.

Por Francianne de Fátima

Por 📸@EldoGomes | Jornalista e YouTuber.