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Banco de Brasília – BRB tem crescimento de 69,7% e bate lucro de 95,3 milhões migrando pro digital

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Por 📸@EldoGomes | Jornalista e YouTuber.
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Foi dada a largada para o novo marco do Banco de Brasília (BRB) no primeiro semestre de 2019, que segundo o presidente da instituição, Paulo Henrique Costa, ressaltou a mudança no posicionamento estratégico do banco que voltou a crescer. “Um novo BRB está nascendo. Inserido no contexto desafiador do cenário econômico, ele precisou se reinventar, mudou sua estrutura e avançou”, disse. 

De fato, os números mostram esse fenômeno. No segundo trimestre de 2019, o lucro líquido do banco foi de R$ 95,3 milhões, um crescimento de 69,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Nos seis primeiros meses do ano, a evolução foi de 18,9% em relação ao primeiro semestre de 2018 e o lucro chegou a R$ 160,9 milhões.

O resultado foi alcançado graças ao aumento da margem financeira, a recuperação de créditos inadimplentes, o avanço das receitas com tarifas e prestação de serviços e o controle das despesas com pessoal e administrativo. 

Segundo o presidente do BRB, a nova diretoria revisou todo o portfólio de produtos, reduziu a taxa de juros de todos eles, e deu treinamentos para os funcionários para um melhor relacionamento com os clientes. 

A carteira de crédito chegou a R$ 9,6 bilhões e apresentou crescimento de 5,2% em 12 meses. O principal destaque foi o crédito consignado, cujo saldo alcançou R$ 5,2 bilhões com evolução de 14,1% em 12 meses.

No primeiro semestre, foram contratados cerca de R$ 1,9 bilhão em operações de crédito, um crescimento de 73,5% comparado ao mesmo período de 2018. Somente no segundo trimestre, o montante contratado foi de R$ 1,2 bilhão, um avanço de 143,9%. 

“O BRB ampliou o relacionamento com seus clientes e aumentou seu impacto no desenvolvimento econômico”, disse Paulo Henrique Costa. 

Carteira de clientes

Ele ressaltou que a política de expansão do banco prevê crescimento da carteira de clientes entre as pessoas jurídicas, que caiu 9,1% na comparação entre o segundo trimestre de 2019 com o mesmo período de 2018. 

Entre a política do banco para ter mais empresas na carteira de clientes está a redução de tarifas e juros, o lançamento de novos produtos e o lançamento de agências específicas que serão responsáveis por atender os empresários separadamente.  

Inadimplência
A inadimplência encerrou o primeiro semestre em apenas 2%, abaixo da média de mercado (de 2,9%). As receitas com prestação de serviços e tarifas alcançaram R$ 97,2 milhões no segundo trimestre do ano, um crescimento de 8,6% ante o mesmo período de 2018. 

“Essa divulgação de resultados nos dará condição de buscar novos recursos que o banco não vinha acessando nos últimos tempos, visando fomentar a economia do DF, gerar emprego e renda e fortalecer esse novo papel de banco de desenvolvimento”, completou. 

No semestre, essas receitas chegaram a R$ 186,8 milhões. Merecem destaque as receitas com corretagem de seguros e intercâmbio.

Gastos com pessoalO controle das despesas foi fundamental para a evolução do lucro líquido. Os gastos com pessoal cresceram 2,1% no segundo trimestre do ano, abaixo da inflação. As outras despesas administrativas apresentaram queda de 4,9%, motivada pela redução das despesas com processamento de dados, comunicações, aluguéis, transportes, propaganda e publicidade. “Temos sido disciplinados e feito o controle adequado desses gastos”, comentou Paulo Henrique Costa.

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