Brasília acompanha uma nova frente da disputa jurídica que envolve a candidatura de José Roberto Arruda ao Governo do Distrito Federal. A Lei Complementar nº 219/2025, que pode beneficiar Arruda e outros candidatos em situações semelhantes, terá sua validade e seus efeitos novamente analisados pelo Supremo Tribunal Federal.
O julgamento no STF foi interrompido após pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. O magistrado já devolveu o processo para análise da Corte, retirando um dos obstáculos à retomada da discussão. A expectativa agora está concentrada no julgamento previsto para ocorrer no plenário virtual entre 11 e 18 de setembro.
A controvérsia envolve as mudanças promovidas pela Lei Complementar nº 219/2025 nas regras de inelegibilidade.
da Redação








